Rede da Semasc atende pessoas que tiveram direitos violados e romperam vínculo familiar
A rede faz parte do Programa de Provisão Acolhida, que incorpora os serviços de `Abordagem de Rua´ e `Reinserção Sócio-Familiar´. No mês de julho, a Semasc realizou cerca de 518 atendimentos, através do Atendimento Integral Institucional ao Idoso, Habilitação e Reabilitação da Pessoa Portadora de Deficiência e Abrigos.
De acordo com a coordenadora de Proteção Social Especial, Silvana Santos, a rede atende pessoas que tiveram os direitos violados e que romperam vínculo familiar. “Um idoso que teve seu direito violado e que não existe a possibilidade de permanecer em convívio com a família, tanto por opção ou por rejeição dos parentes, é acolhido e a rede o encaminha para uma instituição de longa permanência”, explicou.
Conforme ainda Silvana, a Semasc trabalha com a perspectiva de reinserção familiar. “O fato do idoso, ou qualquer outra pessoa, ter rompido com a família, não quer dizer que seja para sempre. Até porque o nosso papel é trabalhar essa questão, tentando unir os laços familiares. A família não significa somente pai e mãe. Existem primos, tios, irmãos, outras pessoas com as quais a pessoa tenha mais afinidade. Trabalhar com essa nova percepção de família é muito importante”, disse.
As famílias e indivíduos que tiveram os direitos violados são abrigadas nas instituições da rede conveniada ou do próprio município. A prefeitura faz o repasse de recursos, oriundos dos Fundos Nacional e Municipal de Assistência Social, sendo o serviço executado diretamente pela instituição.
Da rede conveniada, existem duas instituições de longa permanência: o Asilo Rio Branco e o Same; e três abrigos para crianças e adolescentes: Casa Santa Zita, Oratório Festivo Dom Bosco e Lar Cristo Redentor. Já os abrigos do próprio município são: Casa Abrigo Núbia Marques (acolhe mulheres e filhos), Abrigo Caçula Barreto (atende crianças e adolescentes) e a Central de Acolhimento (população em trajetória de rua).
A vinculação com os Portadores de Necessidades Especiais também é via convênio. “Não existe abrigo para portador, porque isso significa trabalhar com exclusão e não é essa a intenção da Semasc. A perspectiva é que o portador permaneça com a família. Agora existem os casos de abandono, aí ele fica abrigado”, colocou.[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text] [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]