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[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]Dos nove trechos em que o viaduto do Distrito Industrial de Aracaju (DIA) foi dividido para facilitar o planejamento e a execução dos serviços, três já foram concretados. Ao todo, 126,5 metros de extensão estão prontos, incluindo um dos lados do vão central e da alça localizada em frente ao terreno da Igreja Universal.

Esta semana, os trabalhos estão concentrados na alça perto do Hipermercado Extra, onde está sendo concluído o trabalho de colocação das ferragens. As formas de madeira e o escoramento, que são indispensáveis para a concretagem, já foram colocados no local. Também está em andamento a colocação das ferragens no trecho que vai do bloco de encontro até a alça da Igreja.

Segundo o presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Valmor Barbosa, as obras nesse mês de agosto vão estar em ritmo acelerado, apesar das condições climáticas. “A chuva até agora não chegou a causar grandes problemas. Em geral, quando chove, perdemos uma ou duas horas por dia. Por semana tem chovido de dois a três dias. Temos algum atraso por conta disso, mas não é nada crucial”, conta.

Ainda de acordo com ele, está programada para agosto a concretagem do outro lado dos trechos já concluídos. Ele explica que o viaduto possui um eixo de simetria e por isso os dois lados – esquerdo e direito – são iguais. “Os trabalhos são feitos separadamente, em cada um dos lados. A partir desta semana já estaremos preparando tudo para fazer a concretagem das áreas ´opostas´”, esclarece.

Concretagem

Para explicar como acontece a concretagem do viaduto, o engenheiro da Emurb José Henrique Rodrigues, compara o serviço à preparação de um bolo. “Despejamos o concreto nas formas, que são escoradas por uma estrutura metálica. Quando está pronto, retiramos a forma e em seguida a sustentação”, diz.

Uma vez que o viaduto é de concreto aparente, isto é, não há colocação de nenhum tipo de revestimento nem pintura, quando a concretagem termina, a estrutura fica definitivamente pronta, faltando apenas alguns reparos.

“No momento em que retiramos as formas, alguns cantos quebram, como acontece com um bolo que sai do forno. Por isso temos que fazer alguns reparos para melhorar o acabamento”, explica Henrique, destacando a importância da aplicação dos chamados produtos desmoldantes nas formas.[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text] [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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