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[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]Com o objetivo de reavivar a história de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão baiano que se declarou independente do resto do país sob a liderança de Antônio Conselheiro, o Sarau de Poesias do mês de outubro relembra essa página do Brasil, que culminou na morte de aproximadamente 30 mil pessoas, entre soldados e moradores.
O sarau, que é promovido pela Funcaju – Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Esportes – irá acontecer hoje, dia 30, às 19 horas, na galeria de arte Álvaro Santos. Uma vasta programação está sendo elaborada com o tema Canudos.
Conforme a diretora da divisão de Literatura da Funcaju, Vera Vilar, já está confirmado a realização de um cortejo ao redor da praça Teófilo Dantas, recitais com a participação de violeiros e cordelistas, além do lançamento do livro de cordel sobre Canudos de João Firmino e José Antônio.
“Esperamos que, a exemplo dos outros sarais, o da próxima quarta-feira possa atrair dezenas de pessoas para a Álvaro Santos que, mais uma vez, irão desfrutar do que há de melhor da nossa arte, especialmente da nossa cultura popular”, afirma Vera.

Canudos
A história dessa cidade começou em 1893, quando Antônio Vicente Mendes Maciel (Antônio Conselheiro) fixa-se numa fazenda abandonada no sertão da Bahia que passou a se chamar Canudos. Banhada apenas pelo rio Vaza Barris, logo se transformou em uma das maiores cidades da Bahia.
Populações inteiras de algumas cidades migravam para Canudos, principalmente dos Estados de Pernambuco, Sergipe, Ceará, Alagoas e Bahia. Fugindo da Seca, do atraso planejado e vislumbrando a utopia de uma sociedade justa e igualitária, os seguidores de Antônio Conselheiro ocuparam a “Terra Prometida”, praticaram a reforma agrária (a terra era de todos), administraram sua religiosidade popular e partilhavam todos os seus bens, não permitindo polícia nem coronéis e não pagavam impostos ao Governo Republicano.
Em julho de 1896, foi iniciada oficialmente a guerra contra Canudos. O Exército brasileiro utilizou todo o poder de fogo existente na época em quatro expedições militares. Durante a guerra (1896/1897), foram sacrificados cerca de cinco mil militares e 25 mil habitantes de Canudos. Estes resistiram até o esgotamento total, depois de derrotarem as três primeiras expedições, em 5 de outubro de 1897.[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text] [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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