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[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]Vereadores de diversos partidos cobraram a aplicação da Lei 2.777 que dispõe sobre a preservação do caranguejo, o funcionamento do Conselho Municipal do Meio Ambiente e a ação de órgãos como o Ibama e a Adema. A polêmica foi gerada a partir do pronunciamento do vereador Antonio Samarone (PT), que lamentou a falta de preocupação com a possibilidade de extinção dessa espécie que está em fase de reprodução, mas continua sendo capturada e comercializada.
Autor da lei, que ainda não foi regulamentada, Samarone foi pressionado por parlamentares, como Antônio dos Santos (PDT), para quem essa questão deve ser colocada como uma prioridade por se tratar da sobrevivência de uma espécie. Ele disse que alguns municípios encontram formas de remunerar os pescadores na época de reprodução do camarão, por exemplo.
Samarone elogiou a iniciativa do publicitário e proprietário de um bar na Aruana, Antônio Leite, que fez uma campanha nessa praia para não haver a comercialização do caranguejo nesse período de reprodução. O petista lamentou, no entanto, o fato de que ontem foi veiculada uma matéria a nível nacional mostrando jogadoras da Seleção Brasileira de Voleibol consumindo o caranguejo e no mesmo dia uma outra reportagem na mesma emissora de televisão mostrando a decisão tomada num município de remunerar os catadores para que a sua reprodução fosse respeitada.
O petista lembrou que na lei de sua autoria foi dado um prazo para a sua regulamentação e solicitado que o Conselho Municipal do Meio Ambiente definisse prazos de proibição da captura e comercialização do caranguejo, o que até hoje não aconteceu. Para Samarone, essa questão deve ser encarada com grande preocupação, porque dados revelam uma redução de 40% dessa espécie no Estado[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text] [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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