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Denarc flagra vigilante de universidade com cocaína e prende estelionatário

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No início da tarde desta quarta-feira, 31, o Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc) prendeu um vigilante da empresa Vigs. Ele vinha sendo investigado por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas, comercializando substâncias entorpecentes na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Emerson Santos de Azevedo, 33 anos, foi preso no momento em que estava na guarita principal que dá acesso ao campus universitário.

Com ele, os agentes civis do Denarc apreenderam uma pequena quantidade de cocaína. Mais tarde, os policiais apreenderam em sua casa outra quantidade da droga, totalizando 100 gramas. A droga estava dentro de caixas de remédios encontradas na cozinha da casa do acusado, localizada no bairro Santo Antônio. Ele trabalhava como vigilante da UFS há seis meses. “Caso seja comprovado que ele comercializava droga no campus universitário, o caso será passado para a Polícia Federal”, explicou a delegada Aliete Melo.

A farda, bem como a arma utilizada pelo vigilante, foram apreendidas. O material será devolvido após o proprietário da empresa de vigilância comparecer com a comprovação do registro do armamento junto à Polícia Federal. Emerson foi indiciado por tráfico de drogas.

Estelionatário preso

Ainda na tarde desta quarta-feira, uma outra equipe de policiais civis do Denarc efetuaram a prisão do alagoano Edvanio Fernandes dos Santos, 28 anos, sob a acusação dos crimes de estelionato, uso de documento falso, falsidade documental e alteração de documento público.

Na casa do acusado, no conjunto Inácio Barbosa, os policiais encontram cartões de crédito, folhas de cheque, CPFs e declarações de renda no nome de outras pessoas. Foi comprovado, também, que Edvanio adquiriu nove veículos com documentação falsificada, entre caminhões, carros e motocicletas.

“Começamos investigar Edvanio sobre a suspeita de tráfico de drogas. Quando executamos a prisão, comprovamos a sua participação em outras modalidades de crime. Contra ele existiam três mandados de prisão, dois expedidos pela Justiça do estado de São Paulo e um pela Bahia”, finalizou Aliete Melo.

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