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Aterro Sanitário da Grande Aracaju é discutido na Assembléia Legislativa

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]O presidente da Emsurb – Empresa Municipal de Serviços Urbanos –, Osvaldo Nascimento, participou na manhã desta quarta-feira, dia 31, do debate sobre a implantação do Aterro Sanitário da capital. A discussão aconteceu no Plenário da Assembléia Legislativa e foi requerida pelo deputado estadual José Carlos Machado. Fizeram parte do debate o promotor do Ministério Público Estadual, Roni Almeida, e o diretor Técnico da Adema, Antônio Carlos Porto. A Prefeitura de Aracaju foi representada pelo vice-prefeito, Edvaldo Nogueira.
Osvaldo Nascimento fez uma apresentação aos deputados dos problemas sócio-econômicos enfrentados pelo município com a situação em que se encontrava a lixeira da Terra Dura. Para isso, apresentou um vídeo onde pôde fazer uma comparação com os trabalhos desenvolvidos atualmente pela Prefeitura de Aracaju no tocante à viabilização de um aterro controlado onde funcionava a lixeira.
Nascimento também explicou aos deputados que Aterro Sanitário consiste no processo utilizado para a disposição de resíduos sólidos no solo, fundamentado em critérios de engenharia e normas específicas que permitem um confinamento seguro em termos de controle de poluição ambiental e proteção à saúde pública.
O principal questionamento realizado pelos deputados foi com relação às providências adotadas pela administração do prefeito Marcelo Déda para sanar os problemas apresentados pelo Ministério Público quanto à questão de se manter uma lixeira próxima ao aeroporto de Aracaju e o risco de um acidente de maior gravidade acontecer. A urgência requerida pelo MP para que se encontre uma alternativa para a retirada da lixeira da Terra Dura tem como base os incidentes que ocorreram no ano passado envolvendo aeronaves em operação de pouso.
No que se refere à Emsurb, Osvaldo Nascimento ressaltou todo o esforço empreendido pela prefeitura municipal para encontrar saídas para o gerenciamento, tratamento e destino final dos resíduos sólidos. Esse esforço foi inclusive elogiado pelo autor do requerimento de discussão do tema na Assembléia, o deputado José Carlos Machado. “Nesta administração, já evoluímos de um depósito de lixo, uma mera área de descarte, para um aterro sanitário controlado”, disse Nascimento, enfocando o processo de cobertura do material com argila que a Emsurb realiza.
Outro ponto abordado pelo presidente da Emsurb foi com relação ao trabalho social desenvolvido pela prefeitura para retirar as crianças da lixeira. “Hoje temos parcerias com associações de moradores, com a Care – Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem do lixo de Aracaju -, e outras entidades públicas e privadas e fazemos uma seleção do material coletado nas ruas. E a Care é formada por pessoas que tiravam da lixeira o seu sustento”, explicou.
O deputado José Rivaldo foi um dos preocupados com a questão dos jovens que fazem a catação de material reciclado na lixeira. Seu questionamento se dirigiu ao presidente da Emsurb, que apresentou ao deputado as ações sociais que a prefeitura vem realizando neste sentido.

Aterro Sanitário

Quanto ao Aterro Sanitário propriamente dito, Nascimento fez questão de colocar que a prefeitura não se mantém omissa no que diz respeito à sua implementação, “mas temos que considerar que devemos avaliar de forma criteriosa todo o processo de implantação desse aterro”. Esse processo, segundo Nascimento, consiste no diagnóstico ambiental, gerenciamento de resíduos – redução, reutilização e reciclagem do lixo – além da definição do local do Aterro Sanitário.
De acordo com Osvaldo Nascimento, o primeiro passo para a implantação do Aterro Sanitário foi dado pelo prefeito Marcelo Déda, em abril deste ano, juntamente com o prefeito José Franco, de Nossa Senhora do Socorro, que em março assinaram um Termo de Ajustamento no Ministério Público Estadual para encontrar uma solução para o destino final do lixo produzido nas duas cidades.
O presidente da Emsurb foi enfático ao demonstrar que a Prefeitura de Aracaju está preocupada com a questão e que os entendimentos para a formação de um consórcio entre os municípios de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro estão sendo viabilizados para a implantação de uma solução definitiva para a questão do lixo nessas cidades.[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text]

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