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Durante toda esta semana, um grupo de 50 alunos e professores da rede pública de ensino do município de Poço Verde visitaram a sede do Monumento Natural Grota do Angico (MONA), onde participaram de uma série de atividades de sensibilização e interpretação ambiental. A iniciativa partiu de ação conjunta entre a da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, Meio Ambiente e Recursos Hídricos e da Secretaria Municipal de Educação de Poço verde, durante promoção do  II Concurso Escolar do Meio Ambiente. O prêmio do concurso foi a visita a Unidade de Conservação (UC).

Na ocasião, o biólogo e coordenador técnico do MONA, Marcus Noronha,  apresentou os principais aspectos da unidade, enfatizando, principalmente, as riquezas do bioma Caatinga e a importância dos trabalhos de preservação da biodiversidade local realizados pela Semarh ao longo desses últimos anos.  De acordo com o coordenador as iniciativas como essas devem ser incentivadas cada vez mais nos municípios, uma vez que estreita os conteúdos trabalhados em sala de aula com a realidade vivenciada pelo aluno.

 “Os alunos tornam-se agente ativo no processo de construção de uma consciência ambiental coletiva”, considerou  Marcus Noronha.  A Unidade de Conservação do Angico foi inaugurada pelo Governo do Estado de Sergipe, através da Semarh, em abril de 2010 e está localizada entre os municípios de Canindé de São Francisco e  Poço Redondo.

Trilha ecológica

Após a explanação didática, os alunos foram convidados a conhecer a formação vegetal da Caatinga ao vivo, de maior aproximação com a realidade local. Por meio de uma trilha ecológica, que liga a sede da UC a Grota do Angico, ao famoso local da morte do “Rei do Cangaço”, o Lampião. Nela, os engenheiros florestais da Semarh apresentaram uma série de aspectos desse ecossistema, bem como as espécies de plantas nativas que estão ameaçadas de extinção, como: braúna, umbuzeiro, barriguda, imburana de cheiro, entre outros.

Segundo Elísio Marinho, a proteção de áreas verdes dentro de uma propriedade é muito importante por servirem como berço de proteção dessas espécies. “Elas podem ser utilizadas com um viés econômico, através da coleta de sementes, produção de bio-jóias e doces, por exemplo”,  enfatizou o técnico que é Engenheiro Ambiental.

 “Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer uma Caatinga diferente daquela apresentada em muitos livros didáticos: pobre, seca e sem oportunidades de sobrevivência. Ao contrário, a Caatinga é rica, linda e possui uma série de alternativas econômicas que, se trabalhadas de forma correta, podem melhorar a qualidade de vida do sertanejo, explica o também engenheiro florestal, Carlos Miranda.
 

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