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Técnicos da Semarh e pesquisadores da UFS fazem pesquisa na Mata do Cipó

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Técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) juntamente com pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe (UFS), estão dando continuidade aos estudos na Mata do Cipó, onde será criada a mais nova Unidade de Conservação (UC) gerida pelo Governo do Estado. Desde o início desta semana, biólogos e graduandos do curso de biologia estão na mata realizando levantamentos da fauna e da flora existentes no local. A Mata do Cipó fica localizada entre os municípios de Capela e Siriri.

Conforme o doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Juan Manuel Ruiz, em relação ao levantamento da fauna, em especial as aves da Mata do Cipó, a metodologia usada está baseada na busca ativa. Afirma que através dela foram identificadas aves mediante sua visualização direta com o uso de binóculos, ou pelo registro dos cantos.

Revelou que foram encontradas espécies como o falso-tangará (Chiroxiphia pareola), aves que habitam em ambientes florestais e a choca-do-planalto (Thamnophilus pelzelni), espécie encontrada principalmente em matas de galeria.

Já em relação à flora o biólogo e doutor em Botânica, Túlio Dantas, e o mestre em Botânica, José Nascimento, afirmaram que para a realização do levantamento a metodologia usada é baseada na visitação das matas. Através de imagens de satélites, os pesquisadores estão coletando o maior número de plantas possíveis. “Essas plantas serão levadas para o herbário da UFS para serem identificadas. Após esse processo de identificação, vamos ter um diagnóstico do que realmente existe na Mata do Cipó”, comentou Túlio Dantas.

E em meio a essa coleta, o mestre em Botânica, José Nascimento revelou que foram encontradas cerca de 200 espécies, entre elas ervas, arbustos e árvores. “Por enquanto não encontramos nenhuma espécie ameaçada de extinção ou considerada muito rara”, pontuou José.

Preservação

Sobre a importância dos estudos, o doutor Túlio Dantas citou que a Mata do Cipó já foi bastante alterada devido ao desmatamento e queimadas eventuais. “Contudo, sua vegetação encontra-se em alto estágio de regeneração, tornando-se assim uma importante área a ser conservada, pois em Sergipe encontram-se poucos fragmentos de Mata Atlântica”, aponta.

Apoio

Desde o início dos estudos o Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco, unidade de conservação gerida pela Semarh, vem disponibilizando aos pesquisadores toda a sua infraestrutura, a exemplo dos alojamentos, laboratórios e centro de vivência. “Esse auxilio é fundamental já que o RVS Mata do Junco está próximo da Mata do Cipó”, disse a coordenadora da UC, Maria Augusta.

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