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“Soneto a Marcelo Déda”

Monarcas, desde outrora, crêem: vitória
Deuses concedem para iluminados.
Ou foi acaso sermos liderados
Por um trabalhador alçado à glória?

Os reis não têm vontade. Nossa história
Comprova que escolhidos são levados
Da fábrica ao palácio (e abençoados
Pela brilhante fibra na oratória).

Angústias superadas, esta terra
Entronizou quem nunca temeu guerra,
Homem de infantaria, combatente,

Que à frente dos milhões discursa, inflama.
A massa viu mudança. Agora, clama:
“Coragem, Déda. Vença novamente”.

<  Soneto à Marcelo Déda
por Wanderson Bastos Andrade >

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