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Saúde inicia capacitação sobre protocolo em caso de acidentes com materiais biológicos

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), iniciou, na manhã desta quarta-feira, 30, a capacitação das unidades hospitalares regionais no Protocolo de Condutas pós Exposição Ocupacional a materiais biológicos: HIV e hepatites B e C, no auditório da Escola Técnica de Saúde do SUS de Sergipe (Etsus/SE).

Essa ação segue até esta quinta-feira, dia 1º, e pretende capacitar 80 profissionais das unidades hospitalares regionais de  Nossa Senhora do Socorro, Boquim, Tobias Barreto, Estância, Itabaiana, Nossa Senhora da Glória, Propriá, Neópolis, Lagarto e Capela. A capacitação tem o objetivo qualificar multiplicadores para que se tornem referência no cuidado imediato a profissionais com exposição ocupacional a material biológico.

“A gente está implantando um protocolo de acidentes do profissional de saúde a material biológico, visando diminuir o risco da transmissão  do HIV, hepatite C e B. Temos verificado que muitos desses acidentes acontece por vários motivos,  como a falta de preparo dos profissionais , ansiedade, rapidez”, destacou o médico infectologista da diretoria de Vigilância Epidemiológica SES, Marco Aurélio Goes.

Na ocasião, o gerente de DST/Aids da SES, o médico Almir Santana realizou uma apresentação sobre o assunto com a finalidade de diminuir o preconceito que envolve o comportamento do profissional de saúde em relação ao outro profissional. “Após realizar um exame de pesquisa por causa do acidente é importante que os profissionais de saúde não sejam discriminados. A minha fala aqui é para combater o preconceito para que o funcionário não tenha atitude discriminatória. Outro ponto importante é evitar a quebra de sigilo do teste”, pontuou.

A metodologia aplicada inclui momentos teóricos e práticos. “No primeiro momento foi realizada uma exposição dialogada, seguida de uma discussão de caso com explanação do conteúdo. No segundo dia eles farão treinamento em teste rápido”, relatou a analista educacional da Funesa, Rosyanne Mendes.

Para os participantes,  a expectativa para esses dois dias é grande.”Com esse treinamento estaremos mais capacitados para conduzir o profissional no momento do acidente de trabalho e também  entenderemos melhor esse fluxograma de como atender o profissional quando ele se acidentar”, afirmou a enfermeira do Hospital Regional José Franco,de Nossa Senhora do Socorro , Nívea Silva.

Números

De acordo com Marco Aurélio Góes, entre os anos de 2007 e 2009 ocorreram 623 acidentes de trabalho com material biológico no Estado de Sergipe. Os profissionais mais atingidos foram os auxiliares (43%) e técnicos de enfermagem (18%), seguidos pelos funcionários da higienização.

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