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Programa Saúde nas Escolas: 200 profissionais da educação e saúde participam do Seminário

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Com o objetivo de instrumentalizar profissionais de Educação e Saúde para o desenvolvimento de atividades preventivas continuadas no âmbito das escolas públicas, a Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio Grupo de Trabalho Intersetorial Estadual do Programa Saúde na Escola, realizou nesta sexta-feira, 30, o Seminário de Atualização de Temáticas do Programa Saúde nas Escolas: Saúde sexual e reprodutiva e prevenção do uso de drogas. O evento ocorreu no auditório da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Vargas para 220 profissionais representando os 75 municípios do Estado de Sergipe.

Constaram da programação apresentação artística, palestra sobre saúde sexual e reprodutiva, Alinhamento teórico e atualização de dados nas políticas de saúde; DST/Aids, com o Dr. Almir Santana (coordenador estadual de DST/Aids); Explanação das dimensões da gravidez na adolescência, com Kátia Valença da área técnica de Saúde da Mulher (da Área Técnica de Saúde da Mulher/Nugelc/SES); Debate com a coordenação da mesa, mediado por Luciana de Oliveira Boaventura, da Area Técnica de Saúde do Adolescente e Jovem/Núcleo de Gestão de Linhas de Cuidado/Nugelc/SES).

Além disso, houve dinâmica de integração, realizada pelo setor Qualivida da Seed; palestra intitulada “Drogas e drogadição enquanto fenômeno social e participação juvenil”, ministrada pelas professoras Josevanda Mendonça Franco, consultora em Direitos Humanos/Seed), e Cristiane Cunha (ITP/Unit). Por fim, o seminário se encerrou com um debate sob a coordenação de Lívia Amorim, técnica da Seed.

Segundo Roosevelt Rodrigues da Costa, coordenador Estadual do Programa Saúde nas Escolas da Seed, o intuito desse seminário é mobilizar e instrumentalizar multiplicadores. “Estamos realizando o primeiro seminário deste porte no ano. Pretendemos estimular os representantes dos municípios para que estas temáticas sejam cada vez mais discutidas nas escolas. Estamos fornecendo também um material impresso produzido pelo Grupo de Trabalho Intersetorial Estadual do Programa Saúde na Escola para auxiliá-los nesta função de multiplicadores. Nossa intenção é que gestores, diretores e professores estejam capacitados para lidar com essas temáticas e esclarecer nossos jovens”, frisou o coordenador.

Doenças

O palestrante Almir Santana, coordenador estadual de DST/Aids, enfatizou que a sociedade está relaxando com relação aos cuidados à prevenção de doenças. “Estamos preocupados porque muitas notícias informam que a Aids já tem cura e as pessoas estão se descuidando. Além disso, existem outras doenças como hepatite B, para as quais já existe vacina disponível nos postos de saúde, e as pessoas não têm tomado os devidos cuidados em relação à prevenção. Sem se esquecer da Sífilis, cujo número de casos tem crescido assustadoramente em Sergipe”, alertou Almir Santana.

A estudante de Serviço Social da Universidade Tiradentes, Camila Santos Oliveira, está envolvida no Projeto sobre sexualidade na Escola Municipal Dom José Tomás, localizada no povoado Rio das Pedras, município de Itabaiana, na região Agreste de Sergipe, juntamente com sua colega Flávia Rafaela Carvalho de Andrade. Para Camila, é importante estar envolvida neste tipo de projeto de conscientização social e principalmente participar de um seminário. É de suma importância termos um apoio e melhor conhecimento para trabalhar junto à comunidade escolar.

Tabus

Ágda Oliveria, coordenadora do Programa Saúde nas Escolas da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, enfatizou a necessidade do reforço das informações a serem discutidas nas escolas. “Estamos vivendo um momento em que as pessoas não podem se queixar de acesso às informações. Apesar disso, o reforço é fundamental para que quando aquele jovem estiver numa situação em que a sua saúde corra risco, ele se possa se lembrar dos cuidados que deve ter, por exemplo, de só praticar atividade sexual com camisinha. Reforçar é sempre bom”, destacou a coordenadora.

Cláudia Mendonça, que é referência técnica do Programa Saúde nas Escolas da Secretaria de Educação do Município de Aracaju, apontou que é importante superar as barreiras dos preconceitos e discutir em sala de aula assuntos sobre sexualidade e uso de drogas. “Ainda percebo certa resistência e despreparo dos profissionais que trabalham com os estudantes. Precisamos vencer isso para que as pessoas possam tratar destes assuntos de forma educativa e eficiente no sentido de prevenção”, disse.

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