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Professores simulam deficiência visual na orla da praia de Atalaia

[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]Neste penúltimo dia do curso de Introdução à Orientação e Mobilidade, promovido pela Coordenação do Núcleo de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação (Semed), os professores da rede municipal participaram de uma manhã com muito aprendizado e descontração na orla da praia de Atalaia.

Nesses últimos dias, os professores do Centro de Apoio Pedagógico ao Portador de Deficiência Visual de Salvador (Cap), que ministram as aulas estão levando os educadores de Aracaju a desenvolver Atividades da Vida Diária (Avd) de um deficiente visual.

Na orla eles andaram pelo calçadão com auxílio da bengala longa e de um guia, fizeram simulações de como um deficiente visual deve entrar e sair de um ônibus coletivo e caminharam pela areia da praia. Durante as aulas no ônibus eles aprenderam a localizar os degraus com o auxílio da bengala longa, o corrimão para se locomover em um transporte coletivo lotado e a localização do motorista e cobrador. Todas essas atividades foram feitas com os professores de olhos vendados.

A professora do curso, Railda dos Santos Góes, ressaltou em todo momento durante as instruções que a bengala longa sinaliza o caminho que o portador de necessidade especial deve seguir. “A bengala é como se fosse um segundo guia”, disse.

A professora Maria Elizabeth Alves de Oliveira, num primeiro momento fez o papel de guia da professora Ana Maria Vieira, e afirmou que está se sentindo muito privilegiada em participar deste curso de Introdução à Orientação e Mobilidade. Segundo ela, depois do curso vai ajudar melhor o irmão que é deficiente. “Percebi que temos muito a aprender sobre o deficiente, tenho um irmão que é deficiente visual por conta da diabete e sinto que adquiri uma bagagem enorme para ajudá-lo”, afirmou.

“Estou me sentindo muito segura com a ajuda das orientações de um guia, se estivesse sozinha não saberia o que fazer. E é assim que um deficiente visual se sente, precisamos passar segurança para eles”, ressaltou a professora Ana Maria Vieira dos Santos.

As pessoas que passavam pela praia não deixaram de se sensibilizar com as cenas que viam e chegaram até a simular o que os professores faziam.[/vc_column_text][/vc_column] [vc_column width=”1/3″][vc_column_text]

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